RSS: Assinar publicações | Assinar Comentários | Receber feed por Email
buscar no blog
Parte II: Saiba como planejar a compra da casa própria em 2010
Tomada a decisão, é hora de planejar. O ideal, segundo os especialistas, é dar pelo menos 30% a 40% do valor do imóvel como entrada, para não ficar preso a um financiamento de longo prazo e prestações caras. A recomendação é que a parcela do financiamento não comprometa mais de 25% da renda mensal, para que seja possível manter uma folga no orçamento em caso de emergência.
Para quem tem dinheiro no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), vale a pena “raspar o tacho” na hora de dar a entrada: “de preferência use todo o saldo possível e imaginável, porque não vale a pena deixar lá”, diz o especialista. Se o FGTS for suficiente, ótimo. Senão, a hora é de apertar o cinto. “Tem muito gasto que as pessoas fazem sem necessidade.”, diz Simões. Ele sugere que o consumidor faça uma “varredura” nos gastos, eliminando o que puder, para poupar o máximo possível.
“As pessoas gastam sem ter muita consciência disso. Um casal em que os dois têm carro e os dois ficam na garagem, juntando pó, não precisa disso. Ou pessoa trabalha num lugar fixo, mas tem celular”, diz.
| VEJA SETE DICAS DE ESPECIALISTAS PARA QUEM PRETENDE COMPRAR UM IMÓVEL |
| 1. Saiba onde está pisando Não importa se o imóvel é novo ou usado. O mutuário deve checar a construtora e a imobiliária que intermediam a compra. O comprador tem o direito de pedir toda a comprovação de que o imóvel está legalmente registrado e que obrigações com o poder público e o condomínio estão em dia. |
| 2. Veja se o imóvel cabe no seu bolso Dar o passo maior que a perna pode ser uma porta aberta para a futura inadimplência. Portanto, analise se o imóvel cabe no seu bolso. Para isso, a prestação mensal não deve passar de 25% da renda familiar. Além disso, após pagar a prestação e todas as suas outras contas, é bom conseguir poupar ao menos 10% do salário. |
| 3. Guarde mais, financie menos De acordo com consultores financeiros, o mutuário deve ter um terço do valor do imóvel para dar de entrada antes de pensar em contratar um financiamento. Assim, poderá encurtar o prazo da operação e reduzir a quantidade de juros a pagar – para especialistas, 15 anos é o prazo máximo recomendado. |
| 4. Compare bem as taxas de juros As taxas de juros podem variar bastante de banco para banco. Por isso, é bom que o consumidor fique atento: faz muita diferença, por exemplo, pagar uma taxa de 9% para o “banco a” ou de 12% para o “banco b”. Nesse caso, o cliente da instituição “a” pagará 25% menos que o mutuário que escolher a instituição “b”. |
| 5. Lembre-se das taxas Não basta ter dinheiro apenas para pagar o financiamento, é preciso também lembrar que existem custos com a transferência de propriedade do imóvel e também para o pagamento de Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). |
| 6. Escolha o imóvel que você precisa Analistas de mercado de imóveis dizem que o comprador deve imaginar sua vida num prazo de oito anos: dentro de alguns anos, vou estar casado, formar família, vou trabalhar na mesma área? É com base nessa perspectiva de mais longo prazo, e não nas necessidades imediatas, que a decisão de compra deve ser tomada. |
| 7. A localização faz a diferença A localização é um dos principais fatores de valorização de um imóvel: fique atento a acesso a transporte, comércio, serviços e aos índices de violência do bairro onde você pretende comprar um imóvel. E não esqueça de respeitar o seu perfil: se você valoriza a tranqüilidade, não adianta comprar um apartamento para morar em um bairro boêmio só porque as perspectivas de valorização são boas. |
É importante lembrar que, além do valor da entrada, há outros gastos ligados à compra do imóvel. Só em “burocracias”, como transferência de propriedade e tributos, o comprador vai pagar mais cerca de 5% do valor do imóvel. Se o apartamento for novo, há gastos com instalações, com piso e chuveiro. Se for usado, pode ser preciso gastar com a reforma. Nos dois casos, o custo pode superar 10% do valor do imóvel.
Além disso, ficar com o bolso vazio é sempre um risco. A recomendação é ter pelo menos dez meses dos gastos fundamentais como reserva. É possível “flexibilizar” um pouco essa regra, mas uma reserva de pelo menos três meses de gastos é imprescindível, segundo o especialista da Fipecafi.
A escolha do imóvel
Com o dinheiro nas mãos, a escolha do imóvel deve ser bem estudada. E a localização é o item primordial. “Você não compra o imóvel, compra o lugar onde o imóvel está. Não adianta encontrar uma pechincha se ela não se encaixa na sua vida”, aponta Simões.
Antes de fechar a compra da casa com o jardim na frente, ou o apartamento com sacada, é preciso saber se ele atende ao perfil do comprador, se a região tem boa oferta de condução, se não é muito distante do trabalho ou da escola dos filhos, se não há uma escola de samba ou uma feira no quarteirão ou se costuma ter enchente.
“Tem que entender a sua necessidade residencial. A prospecção tem que ser demorada, tem que andar muito, tem que procurar. Imóvel exige uma compra racional, cuidadosa, com muita pesquisa”, diz Simões.
Fonte: Portal G1.















Ao comprar imóveis devemos ter todos esses cuidados mesmo. Recomendo também para completar a leitura as dicas de no site do procon
“PRINCIPAIS IRREGULARIDADES COMETIDAS PELOS VENDEDORES”. vale muiti a leitura.
Parabéns pelo artigo.
TENHO 7.000,00 DE FGTS, ATÉ QUANTO EU POSSO COMPRAR UMA CASA PELA IMOBILIARIA. OBRIGADA.